Mostrando postagens com marcador Doenca. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Doenca. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Moçambique já pode diagnosticar a Gripe A (H1N1)


Moçambique já pode diagnosticar a Gripe A (H1N1) LUSA Moçambique já tem capacidade de diagnóstico da gripe A, após a formação na semana passada de quatro técnicos do laboratório central do Instituto Nacional de Saúde, informou hoje o Ministério da Saúde moçambicano. Segundo o porta-voz do Ministério da Saúde de Moçambique, Leonardo Chavane, a formação no diagnóstico da gripe A (H1N1) foi ministrada por especialistas da Organização Mundial da Saúde (OMS).


“Era importante que tivéssemos capacidade de diagnóstico da doença no laboratório central. Já a temos”, sublinhou Leonardo Chavane, em declarações à Agência Lusa.

Os quatro peritos já formados deverão, posteriormente, ser formadores de pessoal de saúde espalhados pelas 11 províncias moçambicanas, que terão de estar dotados de técnicas de detecção de possíveis casos de pessoas contaminadas pela gripe A.

Depois da formação dos técnicos de laboratório, seguir-se-á a capacitação de técnicos de vigilância epidemiológica e de enfermagem, acrescentou o porta-voz do Ministério da Saúde de Moçambique.

Nos pontos de entrada do país, nomeadamente nos aeroportos internacionais, o Ministério da Saúde mantém uma “vigilância epidemiológica apertada”, após mais um país africano, Cabo Verde, ter diagnosticado esta semana os primeiros casos da gripe A.

Em África, já haviam sido diagnosticados casos da doença no Egipto e África do Sul, subindo para três o número de países com a gripe A no continente africano.

Recentemente, a OMS forneceu mais de 30 mil doses de anti-virais ao Governo de Moçambique para fazer face aos prováveis casos de infecção da doença.
Por outro lado, o Ministério da Saúde de Moçambique está a levar a cabo campanhas de sensibilização pública sobre o H1N1.

Leia Mais…

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Estranha doença na RAS sob monitoria nacional

A evolução de uma estranha doença, que recentemente provocou a morte de quatro pessoas na África do Sul, está já a ser monitorada pelas autoridades nacionais de Saúde, tendo em conta os milhares de moçambicanos residentes naquele país e ao intenso movimento migratório nas fronteiras entre os dois Estados.


Uma nota do Ministério da Saúde (MISAU) recebida ontem na nossa Redacção informa que, porém, as actividades comerciais e viagens entre os dois países vizinhos devem decorrer normalmente. Recomenda-se, no entanto, a todos os cidadãos “que qualquer caso suspeito de doença que apresente febre de início súbito e hemorragia em alguma parte do corpo deve ser dirigido de imediato à unidade sanitária mais próxima”.

A doença e a sua provável origem são ainda desconhecidas, mas na terça-feira, especialistas sul-africanos aventaram a hipótese de tratar-se de febre hemorrágica do “Congo-Crimeia”.

A primeira vítima da provável febre hemorrágica do “Congo-Crimeia” foi uma sul-africana que exercia a profissão de guia turística na Zâmbia, e que foi admitida na clínica de Morningside Medi a 12 de Setembro, tendo falecido dois dias depois. Um paramédico zambiano, que acompanhou a vítima num voo especial entre Lusaka e Joanesburgo, viria a ser igualmente admitido oito dias depois, com sintomas semelhantes, tendo morrido na semana passada.

A terceira, foi uma enfermeira que tratou a primeira vítima, tendo morrido logo a seguir, em resultado da mesma doença, que produz sintomas semelhantes aos de uma gripe, na sua primeira fase, e posteriormente da febre hemorrágica.

Segundo as autoridades sul-africanas, as outras pessoas que estiveram em contacto com as vítimas mortais encontram-se em enfermarias isoladas de dois hospitais de Joanesburgo, com o objectivo de monitorar o seu estado de saúde, não sendo ainda conhecidos os pormenores sobre o seu estado clínico.

Amostras de tecidos das vítimas foram já enviadas para os laboratórios sul-africanos e também para o Centro de Controlo de Doenças (CDC) em Atlanta, nos EUA, dada a necessidade de se confirmar as suspeitas e a origem da misteriosa e mortífera doença, segundo informações do Departamento de Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde da África do Sul. Os resultados dos testes só serão conhecidos na próxima semana.

As suspeitas de que a doença possa ser febre do Congo têm a ver com o facto de a primeira vítima apresentar sinais de picadas de carraças, algo associado à propagação daquela epidemia.

A doença não é transmitida pelo ar, mas por contacto com fluidos corporais, pelo que o risco de propagação é reduzido.

Por sinal, os outros países da região também começam a alarmar-se com o mal, tendo o Zimbabwe, por exemplo, colocado equipas médicas especiais em estado de alerta máximo, segundo o respectivo Ministro da Saúde, David Parirenyatwa, citado ontem pela PANA.


Leia Mais…