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segunda-feira, 20 de julho de 2009

Governo proximo de colocar medicos em todos distritos


O Governo moçambicano está muito próximo de atingir a meta de colocar pelo menos um médico em cada um dos 128 distritos, segundo revelou o Ministro do pelouro, Ivo Garrido. Neste momento, 110 do total dos distritos contam com pelo menos um médico moçambicano.


Mais distritos passarão a ter médicos nos próximos dias, segundo disse o Ministro, falando esta última Quarta-feira, na Assembleia da Republica (AR), o parlamento moçambicano. Esta foi a última vez que o Governo foi ao parlamento para uma sessão de perguntas ao executivo, pois o presente mandato termina com as eleições gerais e das assembleias provinciais de 28 de Outubro próximo.

Alguns dos distritos contam com dois ou mais médicos já que o Governo começou até a afectar médicos em alguns Postos Administrativos. Enquanto isso, o número de médicos moçambicanos cresceu em 60 por cento no Sistema Nacional de Saúde (SNS), tendo passado de 454 médicos, em 2004, para 735 até ao presente momento. Contrariamente, segundo dados a que a AIM teve acesso, o número de médicos estrangeiros no SNS está a decrescer.

De um total de 258 médicos estrangeiros que existiam no SNS, em 2004, o número reduziu, até os dias que correm, para 194. Este facto mostra claramente que o plano de desenvolvimento de recursos humanos do Ministério da Saúde (MISAU) está num bom caminho. Só em 2008, foram colocados em todas as direcções províncias de Saúde 1.445 técnicos recém formados, dos quais 113 médicos generalistas, 77 técnicos superiores de saúde, 448 técnicos de nível médio e 817 de nível alimentar.

A componente recursos humanos está sendo acompanhada de intervenções na área de infra-estruturas. Durante o presente quinquénio foram construídas, a escala nacional, 153 novas unidades sanitárias, entre outras intervenções de grande vulto.

Fonte: A verdade


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segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Garrido confrontado com problemas de manutenção

O ministro da Saúde, Paulo Ivo Garrido, na sua recente visita a Manica, foi confrontado com problemas de manutenção do Hospital Provincial de Chimoio, a maior unidade sanitária da província, onde encontrou lençóis rotos e sujos, sem as mínimas condições para uso por ser humano. Tal situação foi verificada numa das enfermarias.

Garrido que se encontrava de visita àquela província por um período de cinco dias, onde percorreu demoradamente as instalações do Hospital Provincial de Chimoio (HPC), encontrou igualmente uma mistura de mobiliário hospitalar, o que contrapõe-se as iniciativas do sector que acaba de determinar um e único tipo de mobiliário.

Não obstante a falta de padronização, parte do mobiliário em uso no Hospital Provincial de Chimoio, apresenta ainda deficiências. Reclama por isso substituição para uma melhor imagem, mas sobretudo para que possa melhorar a qualidade de atendimento ao cidadão, em particular aos pacientes.

Ao longo da sua visita ao HPC, o ministro Ivo Garrido, foi criticando com certo vigor as entidades responsáveis do Hospital Provincial do Chimoio, a quem acusou de estarem a fazer pouco em prol daquela unidade adoptando manutenção adequada. Criticou sobretudo a administração do hospital. Disse que no lugar dela se sentiria infeliz se lhe chamassem administrador pois nada justifica, como as suas acções assim o demonstram.

Garrido referiu que estes problemas são os mesmos encontrados aquando da sua última visita, na qual deixara ficar orientações claras no sentido de serem ultrapassados. Para o ministro da Saúde o Hospital Provincial de Chimoio em termos de manutenção não deve constituir mau exemplo para as unidades sanitárias dos distritos, postos administrativos e localidades.

Entretanto, apesar de haver lençóis velhos e rotos e uso, dando daquela unidade um ar degradado e desleixado com as consequências inerentes para os doentes, dados em nosso poder indicam que o Hospital Provincial de Chimoio possui um lote de seiscentos lençóis ainda não usados mas continuam guardados à espera de quem se lembre de dar orientações nesse sentido.

(José Jeco) 2008-08-26

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