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segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Ponte Maputo-Catembe


Município de Maputo aumenta 25% no orçamento para 2010

Membros da Assembleia Municipal reunidos na V Sessão

A construção da ponte Maputo-Catembe e a reabilitação das avenidas Milagre Mabote, Julius Nyerere e da Praça da Juventude estão nas prioridades do executivo de Simango em 2010.

O Conselho Municipal da Cidade de Maputo (CMCM) propõe aumentar o seu orçamento em cerca de 25% para ano de 2010, para atender, sobretudo, à construção de infra-estruturas de grande vulto, cujo destaque é a ponte Maputo-Catembe, por sinal, uma das principais promessas eleitorais de David Simango no pleito de 19 de Novembro de 2008. De acordo com o edil de Maputo, o projecto ainda não está orçamentado, mas decorrem, neste momento, negociações entre as partes envolvidas no processo.

Com efeito, o CMCM reuniu-se em V Sessão Ordinária com a Assembleia Municipal, onde Rogério Nkomo, vereador das Finanças, apresentou a proposta do referido orçamento e o plano de actividades previsto para o ano de 2010.

Assim, comparando-se com o orçamento do ano em curso (1. 279,9 milhões de meticais), o do próximo ano vai crescer para 1.595,8 milhões de meticais, um aumento na ordem de 24,7, ou seja, cerca de aproximadamente um quarto do orçamento actual.

Deste valor, 24,5% provirão das transferências do Estado, 30,5% das receitas do próprio município e 45% (por sinal a maioria) do financiamento estrangeiro.

Para além da ponte Maputo-Catembe, está agendada a construção das rua Marcelino dos Santos (antiga Lacerda de Almeida), orçada em 137 milhões de meticais; avenida Milagre Mabote, orçada em 100 milhões de meticais; avenida Dom Alexandre, em 339 milhões; e do prolongamento da rua Dona Alice, que custará 80 milhões ao cofre municipal, e ainda 27 milhões para a construção da praça da Juventude.

Outras áreas de actuação

O CMCM vai também privilegiar as áreas de saneamento do meio, de mercados e feiras, entre outras. A títuulo de exemplo, na área dos mercados, o Mercado Central irá beneficiar da maior intervenção de 2010.
Na área do saneamento do meio, a maior intervenção vai incidir sobre o bairro Polana Caniço. Já os distritos municipais de Catembe e Inhaca serão contemplados com a construção de lixeiras melhoradas.

SÉRGIO BANZED

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quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Atravessando a Ponde Dona Ana na Zambezia

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segunda-feira, 20 de julho de 2009

Reabilitação da Av. Milagre Mabote : Trezentas famílias afectadas pelo projecto


Cerca de 300 famílias vão ver as suas infra-estruturas, nomeadamente residências e muros de vedação total ou parcialmente destruídas na sequência da execução das obras de reconstrução da Avenida Milagre Mabote, na cidade de Maputo.

Para o efeito, as autoridades municipais já aprovaram o plano de reassentamento das pessoas a serem afectadas pela execução do projecto, cujas obras deverão arrancar no segundo semestre do presente ano.

A movimentação destas famílias porque elas ocuparam total e/ou parcialmente o traçado original da Milagre Mabote, através da edificação das suas habitações ou muros de vedação e barracas.
“Há famílias que ao longo deste tempo foram ocupando os espaços da estrada”, disse o Presidente do Conselho Municipal da Cidade de Maputo, David Simango que acrescentou terem sidos, identificadas as infra-estruturas a destruir.

A propósito, disse que no âmbito da execução do projecto de reabilitação daquela via que ao longo dos anos conheceu uma acentuada degradação devido à falta de um trabalho de manutenção rotineira, o chefe da edilidade da capital do país disse que pelo menos 40 famílias terão de ser retiradas e reassentadas em novas áreas de residência nos bairros de Magoanine B, Zimpeto e George Dimitrov.

O projecto de reabilitação da Milagre Mabote conta com o financiamento da Bélgica, que para o efeito disponibilizou cerca de quatro milhões de dólares norte-americanos. No entanto, David Simango não precisou o valor global do empreendimento afirmando apenas que todos os fundos necessários estão garantidos.

De referir que a reconstrução daquela importante rodovia de entrada e saída da cidade, assim como para o descongestionamento do tráfego nas avenidas próximas, nomeadamente Acordos de Lusaka e Vladmir Lénine foi formalmente lançada em Dezembro último com a assinatura dos acordos entre a edilidade da capital do país e o Reino da Bélgica.

Dados apurados pela nossa Reportagem dão conta de que as obras de reconstrução da Milagre Mabote, numa extensão de três quilómetros, vão também compreender a construção do sistema de drenagem e outras acções visando a melhoria das condições sanitárias da população que vive ao longo da rodovia.

O projecto inclui ainda o melhoramento das ruas transversais do bairro de Malhangalene B e o respectivo sistema de drenagem e outras intervenções que se mostrem possíveis dentro dos quatro bairros beneficiados, nomeadamente Maxaquene A , B e D e Mavalane A.

Desde Dezembro último as partes envolvidas, nomeadamente o Conselho Municipal da Cidade de Maputo e a Cooperação Técnica da Bélgica, estiveram envolvidas na finalização do projecto técnico. Trata-se da conciliação dos projectos da estrada e do sistema de drenagem, que inicialmente foram concebidos de forma separada.

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segunda-feira, 13 de julho de 2009

Governo vai construir segunda ponte em Tete sobre o rio Zambeze

O GOVERNO moçambicano já tem assegurado um financiamento para a construção de uma segunda ponte sobre o rio Zambeze, na cidade de Tete, província do mesmo nome. Sem revelar os valores a serem aplicados, o Ministro das Obras Públicas e Habitação, Felício Zacarias, que ontem anunciou o facto durante a visita à ponte construída sobre o mesmo rio, entre as margens de Caia, em Sofala, e Chimuara, na Zambézia, explicou que o projecto já está concebido devendo arrancar até finais do corrente ano.

“A província de Tete está a ter um crescimento bastante assinalável e isso catapulta o desenvolvimento, o que implicou que o Governo elaborasse este projecto para a construção da segunda ponte na cidade de Tete, o que permitirá, igualmente, que o carvão de Moatize e todo o potencial de produtos agrícolas possam ser escoados”- explicou.
Igualmente sem revelar os financiadores, o titular da pasta das Obras Públicas e Habitação assegurou que já existem verbas asseguradas, o que terá levado o Governo a desenhar esta importante iniciativa.

“O nosso desejo é construir a segunda ponte sobre o rio Zambeze na cidade de Tete, o que vamos equacionando para que tudo aconteça, se não houver qualquer constrangimento o arranque das obras possa ocorrer até finais do corrente ano”- revelou.

Debruçando-se sobre a ponte construída entre as margens de Caia, em Sofala e Chimuara, na Zambézia, Felício Zacarias disse que está tudo a postos para a sua inauguração dentro de dias, numa cerimónia a ser dirigida pelo Presidente da República, Armando Guebuza.

Sobre a qualidade das obras disse que o Governo está bastante satisfeito com o nível de sua execução. Afirmou que tudo está a postos para a cerimónia que terá, em princípio, o seu ponto mais alto na região de Chimuara, dado que o lançamento da primeira pedra aconteceu em Caia.

A nova aponte ligando Sofala e Zambézia terá duas portagens, sendo uma em cada margem do rio. Está orçado em 78 milhões de euros disponibilizados pela Comissão Europeia, Suécia, Itália, Moçambique e Japão. Possui duas faixas de rodagem, dois passeios, 36 pilares, dos quais 29 no viaduto e seis na ponte principal. Possui 2.376 metros de comprimento, sendo 1.666 no viaduto e 710 na ponte principal.
António Janeiro

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segunda-feira, 29 de junho de 2009

Concluída ponte sobre o rio Zambeze


A CONSTRUÇÃO da ponte sobre o rio Zambeze já está concluída, anunciou ontem o Presidente da República na sua comunicação sobre o estado geral da nação. Caracterizando-a como orgulho nacional, catalizador da economia e ponto de encontro e reencontro dos moçambicanos, o Chefe do Estado considera que aquela infra-estrutura reforça o sentimento de unidade nacional, sonho de Eduardo Mondlane e de outros obreiros da moçambicanidade.

Segundo Armando Guebuza, a ligação entre Chimuara, na Zambézia, e Caia, em Sofala, simboliza e cristaliza a ligação rodoviária permanente entre diferentes partes do país, propiciando o contacto e conhecimento mútuos entre moçambicanos, a consolidação da amizade entre pessoas que representam a diversidade sociocultural e a pluralidade política dos moçambicanos.

“A ponte sobre o rio Zambeze propicia ainda a circulação intensa e ininterrupta de bens produzidos em vários cantos desta pátria de heróis, facilitando a interligação e maior dinamização da nossa economia à escala nacional”, disse Armando Guebuza.

Na sua intervenção, o Chefe do Estado sublinhou que as estradas e pontes têm um contributo de grande relevo para ligar os centros de produção e os mercados, no quadro do que foram feitas diversas intervenções ao longo do quinquénio, com vista a melhorar a transitabilidade e segurança rodoviárias na circulação de pessoas e bens.

“A criação da capacidade financeira nos distritos, através dos fundos descentralizados, veio dinamizar as acções de reabilitação e manutenção das vias de acesso a nível local. Essas acções são complementadas pelas intervenções a nível central que resultaram na reabilitação de alguns troços e na construção das pontes de Moamba, em Maputo, do Guijá, em Gaza, de Lugela, na Zambézia, de Meluli, em Nampula, e de Luambala, no Niassa, entre outras”, disse.

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segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Arranca construção de pontes


LANÇA-SE amanhã (12/08/2008), no distrito de Mopeia, a primeira pedra do projecto de construção de pontes ligando as províncias da Zambézia e Tete, um acto a ser orientado pelo Ministro das Obras Públicas e Habitação, Felício Zacarias, e pelo embaixador extraordinário e plenipotenciário do Japão no país, Tatsuya Miki.Maputo,

O empreendimento está orçado em 18,45 milhões de dólares norte-americanos. A conclusão da construção destas infra-estruturas está prevista para 2010. Com este projecto pretende-se melhorar a rede de estradas com vista a proporcionar o escoamento de produtos agrícolas, circulação de pessoas e promover o desenvolvimento do país.

Fonte: Jornal Notícias

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sexta-feira, 30 de maio de 2008

Consórcio português em vias de cumprir com os prazos


Actualmente encontra se já concluído cerca de 59% do projecto da ponte sobre o Rio Zambeze, entre Caia, na província de Sofala, e Chimuara, na província da Zambézia, do lado Norte. As obras iniciaram em Agosto de 2007 e o seu termino estima-se que posa acontecer em Março do próximo ano.
De acordo com o director do projecto de construção da Ponte rodoviária sobre o Rio Zambeze, eng.º Elias Paulo, alguns obstáculos registados devido às cheias que assolaram a região do vale do Zambeze nos finais do ano passado e que ditaram a erosão dos solos em volta das ensecadeiras e dificuldades de acostagem de embarcações, não foram suficientes para ditar a paralisação das obras em curso, como também não irão comprometer os prazos estipulados para a finalização das mesmas, que se estima para Março do próximo ano. Segundo o eng.º Elias Paulo, desde do ano 2007 em que começaram as obras daquela infra-estruturas de grande impacto sócio económico para o Moçambique pois ao fim de 33 de anos de Independência ainda não há comunicação rodoviária continua entre o Centro e o Norte do país, o consorcio português Motangil/ Soares da Costa já conseguiu montar pelo menos 10 tabuleiros de um total de 19 previsto. Recentemente teve inicio o processo de montagem de um tabuleiro na parte principal da ponte, sobre o rio.


Até aí os tabuleiros que foram sendo montados dizem respeito aos acessos em terra. A fonte disse ainda ao «Canal de Moçambique/Zambeze» que o consórcio irá honrar com os compromissos assumidos em termos de prazos, etc.. Quando concluída, a Ponte sobre o Rio Zambeze, terá um cumprimento de 2,7 km de extensão. Vai ligar a sul, a sede do distrito de Caia, na província de Sofala, à localidade de Chimuara, no distrito de Mopeia, já a Norte, na Zambézia. Actualmente, o projecto da construção da Ponte sobre Zambeze emprega 375 trabalhadores, dentre os quais, 318 moçambicanos que trabalham diariamente divididos em três turnos.

Impacto das obras na vida das comunidades local
Para o administrador do distrito de Caia, José Cuela, um dos impactos positivos que as obras da Ponte sobre Zambeze tem trazido à vida da população daquele distrito está relacionado com a oferta de emprego aos locais. São exemplos os casos dos cidadãos Lauchane Onofre, Carlitos António, Calos Waite (serralheiros), Carlos Joaquim (carpinteiro), todos eles naturais de Caia, que se manifestaram regozijados quando abordados pelo «Canal de Moçambique /Zambeze».
Disseram-nos todos eles que se encontram empregados naquelas obras desde 2007, altura que arrancou a construção da ponte. Estes nossos interlocutores disseram-nos que já antes tinham estado envolvidos em obras de edificação de pontes, a trabalhar para os empreiteiros Ceta e Grinneker, respectivamente. Enquanto isso, Manuel Novaes de Sousa, de nacionalidade portuguesa e chefe da secção de montagem de tabuleiros, entrevistado pelo Canal de Moçambique/Zambeze disse-se emocionado com o ritmo de trabalho das obras e com a qualidade da prestação de serviço da massa laboral moçambicana contrastada para este empreendimento. Frisou que a maioria dos moçambicanos envolvidos nas obras tem demonstrado sempre muita vontade de aprender mais e ganhar experiência. Para de Sousa, a Ponte sobre Zambeze é até agora a maior obra em que ele próprio esteve envolvido. Diz já ter estado envolvido em obras, quer na Europa quer em África. Daí que para ele e os restantes colegas envolvidos “constitui um facto histórico nas nossas vidas”.
Um outro impacto positivo que as obras da PZ estão a trazer para o distrito de Caia esta relacionado com o aumento de poder de compra que se reflecte no desenvolvimento de outros sectores quer em Caia, onde está o principal estaleiro das obras, quer em Chimuara. Foi-nos dito que a construção da Ponte fez com que naquela região do Vale de Zambeze passasse a haver maior circulação de moeda, e o facto esteja a contribuir para um mais rápido desenvolvimento daquele distrito. Sabe ainda que nos últimos tempos o distrito de Caia tem sido visitado por turistas e investidores nacionais e estrangeiros. Os turistas que tem escalado aquele ponto do Pais para se inteirarem do estágio em que se encontram as obras da Ponte e apreciar a imponência dos trabalhos e da obra de arte em construção.
Também há entre eles quem ali vá com o fito de analisar se já terá chegado a oportunidade de iniciar negócios nomeadamente nas áreas de comércio, turismo e serviços. Caia, esta localizados a 400 km da cidade da Beira e estima-se que se possa transformar um dia num importante entreposto entre o Norte e o Centro-Norte do País pois por ali passará todo o comércio entre regiões dado que se situa na Estrada Nacional n.º1 (EN1) eixo rodoviário que ligará integralmente em breve, a capital do País e os acessos à África do Sul, a Pemba, com a possibilidade ainda de por essa via se estabelecer a ligação com a República Unida da Tanzânia.

Fonte: canal de Mocambique (Francisco Esteves)

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terça-feira, 13 de maio de 2008

Todas estradas e pontes ficam prontas até 2009

TODAS as estradas e pontes cujas obras estão em curso nos diversos troços da EN1 e em outras rodovias vão estar concluídas até ao próximo ano, segundo garante o Ministro das Obras Públicas e Habitação, Felício Zacarias. A lista de pontes inclui as de Caia, Lugela, Rovuma, Ilha de Moçambique, Lucite, Mussapa, Nhamuncuarara e Moamba.

Decorrem actualmente obras de reabilitação dos troços Maputo/Marracuene, Namacurra/Alto Ligonha, na Zambézia, Namiamba/Metangula, no Niassa, e Vandúzi/Changara, em Tete, para além de intervenções de emergência na estrada Nampula/Cuamba, que criam sérios transtornos à circulação de viaturas no tempos chuvosos.

A necessidade de concluir estas obras durante 2009 foi sublinhada por Felício Zacarias, Ministro das Obras Públicas e Habitação, falando ontem na abertura do XVI Conselho Coordenador do pelouro, que termina hoje no distrito de Boane, em Maputo.

O encontro deverá ainda, segundo o ministro, indicar as acções a serem desenvolvidas para que se inicie, durante o próximo ano, a reabilitação dos troços Jardim/Benfica, cidade de Maputo, Xai-Xai/Chissibuca, Massinga/Nhanchengue, entre Gaza e Inhambane, Montepuez/Marrupa e Litunde/Lichinga, no norte do país, incluindo a construção de mais sete pontes entre Marrupa e Litunde.


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A elaboração do projecto de engenharia de reabilitação da estrada Nampula/Cuamba, as estratégias a serem usadas para a busca de financiamentos com vista à asfaltagem do troço Lichinga/Mandimba/Cumba e reabilitação da rodovia Mueda/Negomano figuram também nas indicações a serem levantadas pelo encontro.

Em relação ao sector de água, segundo Felício Zacarias, o Conselho Coordenador deverá dar uma indicação do que fazer para se construir as restantes fontes, por forma a atingir-se as oito mil previstas no programa do Governo. Pretende-se aumentar e incrementar a taxa de cobertura dos actuais 48.5 para 55 por cento às populações vivendo nas zonas rurais, e de 40 para 60 por cento nas áreas urbanas. O programa prevê também a construção das barragens e represas e a reabilitação e expansão dos pequenos sistemas de abastecimento em todo o país”.

Sobre a componente habitacional, Felício Zacarias disse estarem a ser apresentados cenários para a criação de um Banco de Fomento à Habitação, tendo em conta que metade do dinheiro com o qual o Fundo de Fomento à Habitação (FFH) financia os projectos de construção de casas é proveniente da alienação dos imóveis, exercício que está quase no fim.

O ministro falou de algumas realizações, com destaque para o sector de estradas, referindo que foram concluídos importantes troços da EN1, nomeadamente Marracuene/3 de Fevereiro, em Maputo, Incoluane/Chicumbane, em Gaza, Chissibuca/Massinga e Nhanchengue/Pambara, em Inhambane, para além de Muchúnguè/Inchope, em Sofala, e Alto-Molócuè/Rio Ligonha, na Zambézia.

Felício Zacarias garantiu ainda que das oito mil fontes previstas no programa quinquenal do Governo já foram construídas a reabilitadas mais de cinco mil, beneficiando adicionalmente cerca de dois milhões e quinhentos mil cidadãos.

Maputo, Terça-Feira, 13 de Maio de 2008:: Notícias

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