
Moçambique tem mais importância como cliente do que como fornecedor
no comércio externo português, ocupando a 35ª posição como comprador nos últimos três anos
As trocas comerciais entre Portugal e Moçambique crescerem 30 milhões de euros no último trimestre do ano em curso, comparativamente ao período homólogo de 2008, segundo avançou, há dias, em Maputo, o chefe da diplomacia portuguesa no nosso país, Mário Godinho de Matos.
Refira-se que as trocas comerciais entre os dois países são favoráveis a Portugal, segundo um relatório da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP) sobre Relações Económicas Portugal-Moçambique, citado recentemente pela Lusa.
Moçambique, no comércio externo português, tem mais importância como cliente do que como fornecedor, ocupando a 35.ª posição como comprador nos últimos três anos, adianta o relatório, acrescentando que a melhor posição alcançada pelo nosso país foi o 57º lugar, em 2005.
Em 2004, Portugal exportou para Moçambique produtos no valor de 54,9 milhões de euros, passando para 64,7 no ano seguinte, atingindo 73,7 em 2006. Em 2007, as exportações chegaram aos 89,4 milhões de euros e no ano passado subiram para 92,7 milhões.
Portugal é o segundo maior investidor em Moçambique, depois da África do Sul, o que, para Mário Godinho de Matos, significa que o país é prioritário para Lisboa. “Vamos continuar a dedicar muita atenção (ao país) e ver quais são as possibilidades de desenvolver mais negócio que seja proveitoso para as duas partes”, disse.
Linha de crédito
Em relação à linha de crédito de 300 milhões de euros criada por Portugal para investimentos de empresas daquele país em Moçambique, o diplomata indicou que a aplicação do valor poderá ter lugar a partir dos próximos dois meses, depois da formalização do memorando de entendimento. “A partir daí, esperamos que as empresas comecem a funcionar e aproveitem também as vantagens que têm esse crédito”
no comércio externo português, ocupando a 35ª posição como comprador nos últimos três anos
As trocas comerciais entre Portugal e Moçambique crescerem 30 milhões de euros no último trimestre do ano em curso, comparativamente ao período homólogo de 2008, segundo avançou, há dias, em Maputo, o chefe da diplomacia portuguesa no nosso país, Mário Godinho de Matos.
Refira-se que as trocas comerciais entre os dois países são favoráveis a Portugal, segundo um relatório da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP) sobre Relações Económicas Portugal-Moçambique, citado recentemente pela Lusa.
Moçambique, no comércio externo português, tem mais importância como cliente do que como fornecedor, ocupando a 35.ª posição como comprador nos últimos três anos, adianta o relatório, acrescentando que a melhor posição alcançada pelo nosso país foi o 57º lugar, em 2005.
Em 2004, Portugal exportou para Moçambique produtos no valor de 54,9 milhões de euros, passando para 64,7 no ano seguinte, atingindo 73,7 em 2006. Em 2007, as exportações chegaram aos 89,4 milhões de euros e no ano passado subiram para 92,7 milhões.
Portugal é o segundo maior investidor em Moçambique, depois da África do Sul, o que, para Mário Godinho de Matos, significa que o país é prioritário para Lisboa. “Vamos continuar a dedicar muita atenção (ao país) e ver quais são as possibilidades de desenvolver mais negócio que seja proveitoso para as duas partes”, disse.
Linha de crédito
Em relação à linha de crédito de 300 milhões de euros criada por Portugal para investimentos de empresas daquele país em Moçambique, o diplomata indicou que a aplicação do valor poderá ter lugar a partir dos próximos dois meses, depois da formalização do memorando de entendimento. “A partir daí, esperamos que as empresas comecem a funcionar e aproveitem também as vantagens que têm esse crédito”
O Pais
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