segunda-feira, 12 de outubro de 2009
African wild dogs in Niassa Reserve, Mozambique
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Diving in Tofo, Mozambique
This is one of my last dives in Tofo, a few days before completing my DiveMaster course... A big thanks to Sangue Bom for the footage!
Leia Mais…segunda-feira, 21 de setembro de 2009
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Mozambique Tourism Minister speaks at AHIC
Breaking Travel News interviews Mozambique Tourism Minister at Arabian Travel Investment Conference 2008, Dubai. Breaking Travel News (BTN) is one of the Internet's most comprehensive online trave...
Leia Mais…segunda-feira, 7 de setembro de 2009
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Turismo de alta qualidade em Morrumbene

O Governo da província de Inhambane, Sul de Moçambique, está a promover um turismo de alta qualidade no distrito de Morrumbene, mais precisamente em Linga- Linga, uma região com enorme potencial turístico mas praticamente inexplorado, disse Segunda-feira à AIM o respectivo governador provincial, Itai Meque.
Presentemente, está em curso um trabalho visando a construção de uma linha de transporte de energia eléctrica para Linga-Linga, a partir da sede distrital de Morrumbene, cerca de 480 quilómetros da cidade de Maputo, a capital do país, bem como a reabilitação da respectiva pontecais, para o embarque e desembarque de turistas e residentes locais.
Segundo Itai Meque, vai ser reabilitada a estrada que dá acesso à Linga- Linga, cerca de 480 quilómetros de Maputo, um trabalho que incluirá a reconstrução de uma ponte que presentemente se encontra danificada, entre outras iniciativas tendentes ao desenvolvimento do turismo naquela região. Aquele governante, que acaba de visitar Linga-Linga, dotada de lindas praias e de várias espécies de recursos marinhos, incluindo marlim, tartarugas, dugongos, para além de aves e outras atracções turísticas, enalteceu o papel do turismo em Inhambane no combate à pobreza.
Entretanto, dados da direcção provincial do Turismo em Inhambane estimam em mais de 150 milhões de dólares norte-americanos, o volume de investimentos no sector turístico, até ao final de 2008, o que corresponde à meta fixada para aquele ano. A AIM soube que os investimentos foram efectuados fundamentalmente ao longo dos cerca de 700 quilómetros da costa de Inhambane, uma das províncias moçambicanas que, nos últimos anos, têm sido um destino turístico privilegiado para cidadãos e investidores provenientes de diferentes quadrantes do mundo.
A legislação moçambicana sobre investimento na área turística e noutros sectores da actividade sócio-económica é caracterizada por um código de benefícios fiscais e aduaneiros atractivos que, no caso de Inhambane, incentiva investidores sobretudo para as regiões de Tofo, Vilankulo, Bazaruto, Jangamo e Morungulo. De referir que Inhambane está a investir cerca de oito milhões de dólares norte-americanos na aplicação de um projecto âncora para o desenvolvimento de turismo de alta qualidade, de modo a incrementar a contribuição deste sector para o desenvolvimento do país, em geral, e da província, em particular.
Ao longo da costa de Inhambane há empreendimentos turísticos de diferentes níveis, num esforço que visa desenvolver um turismo de alta qualidade, ou seja, que tenha melhor enquadramento em termos de infra-estruturas e equipamentos modernos, bem como no contexto sócio-ambiental. O Governador Meque tem realçado que dadas as “excelentes condições climáticas de Inhambane. Os turistas sentem a vontade de visitá-la sempre”.
Aliado a essas condições, existe o facto de Inhambane “possuir um povo muito simpático, que gosta de receber visitas, e hoje em dia as pessoas sentem cada vez mais a necessidade de visitar povos acolhedores como o de Moçambique”
Fonte: A verdade
segunda-feira, 22 de junho de 2009
Turismo de alta qualidade em Morrumbene
Presentemente, está em curso um trabalho visando a construção de uma linha de transporte de energia eléctrica para Linga-Linga, a partir da sede distrital de Morrumbene, cerca de 480 quilómetros da cidade de Maputo, a capital do país, bem como a reabilitação da respectiva pontecais, para o embarque e desembarque de turistas e residentes locais.
Segundo Itai Meque, vai ser reabilitada a estrada que dá acesso à Linga- Linga, cerca de 480 quilómetros de Maputo, um trabalho que incluirá a reconstrução de uma ponte que presentemente se encontra danificada, entre outras iniciativas tendentes ao desenvolvimento do turismo naquela região. Aquele governante, que acaba de visitar Linga-Linga, dotada de lindas praias e de várias espécies de recursos marinhos, incluindo marlim, tartarugas, dugongos, para além de aves e outras atracções turísticas, enalteceu o papel do turismo em Inhambane no combate à pobreza.
Entretanto, dados da direcção provincial do Turismo em Inhambane estimam em mais de 150 milhões de dólares norte-americanos, o volume de investimentos no sector turístico, até ao final de 2008, o que corresponde à meta fixada para aquele ano. A AIM soube que os investimentos foram efectuados fundamentalmente ao longo dos cerca de 700 quilómetros da costa de Inhambane, uma das províncias moçambicanas que, nos últimos anos, têm sido um destino turístico privilegiado para cidadãos e investidores provenientes de diferentes quadrantes do mundo.
A legislação moçambicana sobre investimento na área turística e noutros sectores da actividade sócio-económica é caracterizada por um código de benefícios fiscais e aduaneiros atractivos que, no caso de Inhambane, incentiva investidores sobretudo para as regiões de Tofo, Vilankulo, Bazaruto, Jangamo e Morungulo. De referir que Inhambane está a investir cerca de oito milhões de dólares norte-americanos na aplicação de um projecto âncora para o desenvolvimento de turismo de alta qualidade, de modo a incrementar a contribuição deste sector para o desenvolvimento do país, em geral, e da província, em particular.
Ao longo da costa de Inhambane há empreendimentos turísticos de diferentes níveis, num esforço que visa desenvolver um turismo de alta qualidade, ou seja, que tenha melhor enquadramento em termos de infra-estruturas e equipamentos modernos, bem como no contexto sócio-ambiental. O Governador Meque tem realçado que dadas as “excelentes condições climáticas de Inhambane. Os turistas sentem a vontade de visitá-la sempre”.
Aliado a essas condições, existe o facto de Inhambane “possuir um povo muito simpático, que gosta de receber visitas, e hoje em dia as pessoas sentem cada vez mais a necessidade de visitar povos acolhedores como o de Moçambique”
Fonte: A verdade
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Mais quatro mil camas para reforçar alojamento
Esta informação foi ontem prestada pelo Ministro do Turismo, Fernando Sumbana, no quadro da realização, em Maputo, do quinto Conselho Consultivo Alargado daquele ministério. Constitui um dos objectivos do encontro, que junta quadros daquele órgão do Estado, a análise do desempenho do sector e das instituições subordinadas nos últimos quatro anos.
Ponto assente é que em Moçambique o Turismo figura entre os sectores que nos últimos quatro anos têm vindo a registar um crescimento significativo, quer nos investimentos quer no número de chegadas de turistas internacionais, com impacto positivo nas receitas geradas para a economia.
Relativamente às chegadas internacionais, o número de visitantes passou de 954 000 em 2005 para 1508 000 em 2008. Durante os últimos cinco anos, a taxa média de crescimento foi de cerca de 165 por cento do número total de visitantes.
As cifras ontem apresentadas apontam ainda que, durante os últimos três anos, quanto à chegada de turistas a taxa média de crescimento estimada é de 21.3 por cento tendo evoluído de 578 mil em 2005, para 1025554 em 2008.
No concernente à capacidade hoteleira, durante o presente quinquénio registou-se uma expansão na indústria de mais de 3698 camas, das quais 16,9 por cento são de estabelecimentos de luxo, 18,3 por cento da categoria de primeira, 24,8 por cento da categoria económica e 39,9 por cento em outras categorias como pensões, aluguer de quartos, estalagens e campismo.
Quanto às receitas do turismo internacional, os dados apresentados por Fernando Sumbana referem que elas apresentam uma tendência sempre crescente, tendo de 2005 a 2008 aumentado cerca de 604 milhões de dólares norte-americanos, o que em termos percentuais corresponde a 466 por cento, um crescimento de cerca de 14 por cento ao ano.
Além do desempenho do sector, os participantes deverão nestes três dias discutir também sobre as experiências da província de Nampula no zoneamento de áreas para a implantação de projectos turísticos; o plano estratégico de desenvolvimento do turismo da Zambézia, o enquadramento legal dos projectos comunitários, assim como o impacto e desafios do processo da descentralização e desconcentração de competências no licenciamento das actividades turística, entre outros temas.
No encontro será debatida ainda a estratégia de divulgação da Marca Moçambique recentemente aprovada pelo Governo. O Ministro do Turismo considera que todos estes assuntos são oportunos e relevantes para o debate, pelo que o seu aprofundamento terá o condão de oferecer aos presentes uma visão clara da “estrada” percorrida até hoje pelo sector, dos desafios ainda por enfrentar e dos obstáculos a suplantar.
notícias
segunda-feira, 11 de maio de 2009
“Moçambique é agora destino turístico de referência”
Uma das constatações do plano estratégico para o desenvolvimento do Turismo 2004/2013 era de que a imagem e o posicionamento de Moçambique como destino turístico permaneciam obscuros, muito por força de falta de órgãos direccionados para a realizaçao de actividades de marketing e a fraca ou a quase inexistência de estratégias sectoriais de marketing. Neste mandato, o Governo aprovou o plano nacional de marketing turístico, com o objectivo de inverter este cenário. Qual tem sido o real impacto na mudança de percepções sobre o país no mundo?
Tenho que dizer que a nível mundial Moçambique deixou de ter imagem de guerra, fome e carência. Passou a ser um país alegre, um país de referência. As pessoas quando falam da cidade de Maputo dizem que é um país alegre, onde as pessoas têm uma boa relação com o visitante; olham para as ilhas e arquipélagos e até fazem lua de mel nesses sítios. Portanto, é um país de muita alegria, de muita intensidade e que a imagem negativa que existia do país está desaparecendo (...), de tal modo que não devemos deixar de falar dos problemas que existem no país, porque não tentamos escamutear nada.
Que acções concretas estão sendo feitas no sentido de passar essa imagem positiva de Moçambique? De que forma esta sendo feito isso?
Nós temos estado a convidar jornalistas, no caso de turistas internacionais. Convidamos jornalistas para ambientação, isto é irem visitar vários destinos, terem uma interação com o povo moçambicano, alguns jornalista andaram mesmo no “chapa cem”, para terem o sentido de convívio com o povo e sentirem como é que é a vida real. Sentiram dificuldades, mas ao mesmo tempo sentiram alegria de uma vida muito espontânea e muito alegre, uma vida muito natural e não superficial, como muitos vivem em muitos cantos do mundo. Então, temos feito isso, através de férias internacionais, designadas de “Bolsa de Turismo”. olhamos como principais mercados a África do Sul, o Indaba que é uma das principais bolsas do turismo a nível do continente africano; a nível da europa temos a bolsa de Lisboa, Espanha, Alemanha e a grande feira da Grã-Bretanha. Também temos participado nas feiras da China, o que significa que temos estado a procurar ampliar o alcance da nossa mensagem. Participámos também na feira da caça dos Estados Unidos, que é uma feira muito especializada para vender o produto de caça. Temos estado a fazer publicações de DVD e uma série de elementos que distribuímos, que permitem que as pessoas possam ter uma aproximação com Moçambique.
É possível a partir de qualquer parte do mundo saber o que é que é Moçambique e que potencialidades oferece?
É possível. importa dizer que já não é só o governo a fazer isso. Nós já temos várias entidades privadas a fazer isso. Se alguém for à internet e clicar Moçambique terá informações imensas e de boas coisas. Se quiser ser mais específico acerca de Moçambique.
segunda-feira, 2 de março de 2009
Náutilus marca de turismo de Moçambique
FOI ontem lançada em Maputo a “Marca Moçambique”, um projecto do Governo que visa a promoção das potencialidades turísticas moçambicanas dentro e fora do país. A “Marca Moçambique” é representada graficamente por um náutilus, uma concha de cor azul, simbolizando a costa e tudo o que tem a ver com as praias nacionais; uma cor acastanhada, que representa a terra e a cultura; uma cor amarela, que representa o sol; e o verde, que representa a natureza.O Governo pretende, a partir de agora, com o lançamento da marca, desencadear uma série de acções com vista a melhorar o ambiente dos investimentos no país, bem como atrair mais turistas estrangeiros e nacionais.
Falando na cerimónia do lançamento do projecto, o Presidente da República, Armando Guebuza, disse que a marca representa “uma bandeira do nosso sistema de valores, um marco do nosso processo histórico e expressão do nosso potencial e abertura para partilhá-lo com o resto da humanidade”.
“Com a ‘Marca Moçambique’ celebramos a nossa diversidade cultural e linguística, o reconhecimento ao direito à diferença e o nosso compromisso com a cultura de paz. Sobretudo, enaltecemos o consenso nacional de que só mantendo-nos unidos lograremos valorizar as nossas tradições, o nosso património cultural e turístico e toda a gama de recursos de que somos dotados”, disse o Chefe do Estado.
A anteceder o lançamento oficial da “Marca Moçambique”, o Ministro do Turismo, Fernando Sumbana, concedeu uma conferência de Imprensa, na qual afirmou que a adopção da marca é o culminar de um trabalho que vem sendo desenvolvido desde a independência nacional, porque os programas dos governos que foram passando ao longo do tempo sempre apontaram para a necessidade de expor o país ao mundo exterior”.
“A política do Governo foi sempre de procurar mais amigos e uma abertura para o mundo exterior, daí que com todas essas acções estava-se a construir o pilar para que o país viesse a desenvolver esta marca. Sendo assim, a marca, efectivamente, é o traduzir no logótipo e em mensagens de comunicação a atitude daquilo que é a face moçambicana. A marca traduz tudo isso - a hospitalidade, simplicidade e a simpatia dos moçambicanos”, afirmou o ministro.
Ainda ontem, foi lançado o Mapa-Guia Geo-Turístico do Norte de Moçambique, um produto desenvolvido pelo centro mundial National Geographic, uma organização que tem como uma das suas vocações a promoção de destinos turísticos sustentáveis.
Hoje tem início, igualmente em Maputo, a Cimeira Africana de Investimento Turístico. Trata-se de um evento que tem em vista a procura de uma plataforma comum para o desenvolvimento do turismo no Continente Africano.
O encontro, que contará com a participação de mais de 650 individualidades, culminará com a realização de uma Gala de Prémios de Investimento Turístico 2008, uma iniciativa que visa reconhecer e encorajar os operadores que mais se destacaram na promoção do turismo africano.
A gala terá 15 diferentes categorias, sendo de destacar o Melhor Operador Turístico, Melhor Investidor, Melhor Ministro do Turismo, entre várias outras.
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
O governo Moçambicano quer atrair 10 milhões de turistas por ano

O governo de Moçambique declarou nesta terça-feira a intenção de atrair 10 milhões de turistas estrangeiros por ano, apostando na melhoria dos aeroportos para receber vôos charter a partir de 2009.
O ministro moçambicano do Turismo, Fernando Sumbana, afirmou que a instituição está empenhada em tornar Moçambique num “destino turístico de classe mundial”.
As projeções do ministério moçambicano do Turismo apontam que até o final deste ano, o país será visitado por 800 mil turistas, em comparação aos 650 mil de 2007.
O incremento passa pela criação de condições que permitam aos aeroportos moçambicanos receber vôos charter, afirmou Fernando Sumbana.
As autoridades moçambicanas acreditam que o Mundial de Futebol de 2010 na vizinha África do Sul será um atrativo para colocar Moçambique no mapa turístico internacional, devido ao enorme potencial no turismo de praia e de safári de que o país dispõe.
Nessa perspectiva, estão em curso trabalhos de reabilitação da base aérea de Nacala, província de Nampula, no norte do país.
Sumbana adiantou que estão em curso contatos com parceiros internacionais e internos, com o objetivo de se conseguirem financiamentos para melhorar a infra-estrutura aeroportuária.
“Aliado a isto, temos já prontos os documentos normativos que vão regular todo o processo de investimento, incluindo a criação de infra-estruturas e promoção turística”, acrescentou.
FNT/Lusa do post
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
Moçambique e RAS progridem no turismo

MOÇAMBIQUE e a África do Sul estão a registar progressos no sector do turismo, depois da abertura oficial, em 2006 do posto fronteiriço de acesso turístico de Giriyondo, província de Gaza. De acordo com uma informação anunciada durante a quinta sessão da Comissão Permanente de Cooperação Moçambique/África do Sul, realizada semana finda na cidade de Maputo, mais de 30 mil turistas atravessaram aquele posto desde a sua inauguração oficial até ao primeiro semestre do presente ano de 2008. Localizado no distrito de Massingir, do lado moçambicano, este posto encontra-se no Parque Transfronteiriço do Grande Limpopo (PTGL), o maior parque natural do mundo.
segunda-feira, 14 de julho de 2008
Angola procura parceria em Moçambique na área de turismo
Segundo uma nota de imprensa a iniciativa insere-se no quadro dos acordos existentes entre os dois países, cujo desenvolvimento responsável e sustentável deve ser marcado numa reavaliação e revitalização do sector.
quarta-feira, 21 de maio de 2008
Ministro do Turismo preocupado com as vantagens para Moçambique
As projecções indicam que durante o campeonato mundial a ter lugar na África do Sul aquele país poderá receber cerca de 600 mil pessoas vindas das diversas partes do mundo. Deste número há muitas probabilidades de muitas delas virem hospedar-se no país. Fernando Sumbana ministro do turismo.O Ministro do Turismo, Fernando Sumbana Júnior, diz estar preocupado pelas vantagens que Moçambique deverá ter no âmbito da realização do mundial de futebol 2010 a ser realizado na Africa do Sul.


quinta-feira, 15 de maio de 2008
Terrorismo nos vizinhos estimula turismo em Moçambique
A praia de areias brancas na forma de uma meia lua, os coqueiros em toda a parte, as águas mornas do mar e uma quantidade de restaurantes na beira da praia que vendem atum ou barracuda recém pescados fazem de Pemba, no extremo norte da costa de Moçambique, um típico paraíso tropical. A cidade sonolenta, capital da província de Cabo Delgado, tem todas as qualidades certas para se tornar um destino popular para turistas da Europa e dos Estados Unidos.
No entanto, o seu sucesso está ligado aos problemas que vêm enfrentando os dois gigantes do turismo do Leste da África, Quênia e Tanzânia.
O turismo em Moçambique pode se beneficiar da ameaça de terrorismo e o aumento do crime em geral no Quênia e na Tanzânia.
Cara nova
Já há indicações de que empresas de turismo da Europa estão apostando em Cabo Delgado como o novo destino turístico no Sul e no Leste da África.
As boas-vindas em Pemba são relaxadas. Bonifácio do Rosário Dias, dono de uma pequena pousada na beira da praia, diz que essa é uma parte da África que tem muito a oferecer aos visitantes estrangeiros.
"Temos uma situação única. Praias, parques e uma ilha de preservação marinha e da vida selvagem."
A peça central do turismo nascente em Pemba é o hotel cinco estrelas Pemba Beach, que foi inaugurado há dois anos e custou US$ 20 milhões (mais de R$ 62 milhões).
Na recepção do hotel, a água corre em uma fonte feita com mármore da região, enquanto os hóspedes aproveitam a piscina que, quando vista à distância, parece se fundir com o oceano Índico.

Esta é uma nova face de Moçambique, um sinal de otimismo em um país que parece, finalmente, ter enterrado os demônios de uma guerra civil que durou 16 anos.
O estímulo para o crescimento parte especialmente de investidores estrangeiros: o Pemba Beach é de propriedade de sauditas. Empresas da África do Sul e da Itália também estão investindo.
Paraíso
É preciso tempo para construir um setor de turismo viável. As taxas de ocupação no hotel Pemba Beach ainda são baixas e, segundo o gerente Rui Monteiro, vão permanecer assim até que melhore a infra-estrutura de Pemba.
"Temos problemas com eletricidade. Pemba ainda funciona com gerador. Temos problemas com abastecimento de água. Os caminhões têm que viajar 25 km para buscar água", ele conta.
"E tem a questão do fornecimento. Quase tudo precisa ser importado, ou de fora do país ou de Maputo."
Os turistas que vão a Pemba aproveitam, felizes, todos os clichês dos guias turísticos.
'Paz'
Herman Franken, que trabalha para a Tsogo Sun, a empresa sul-africana que administra o Nautilus, novo hotel e cassino de Pemba, diz que os turistas querem destinações seguras.
"Tem havido ataques terroristas no mundo inteiro, em muitas áreas turísticas. As pessoas vão querer ficar fora de onde pode haver uma ameaça terrorista. Não há nada disso em Moçambique. Esse é um lugar de paz", disse.
Pode parecer estranho se referir a Moçambique como um lugar de paz, tendo em vista a sua história turbulenta, mas está claro que os investidores estão confiantes que vai permanecer assim.
Uma explosão do turismo, se acontecer, não será da noite para o dia. Mas se as agências de turismo começarem a mandar seus clientes para Pemba, então, o pequeno número de visitantes pode se tornar uma invasão.
Fonte: Dan Dickinson de Pemba, Moçambique






